terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Hino da Carajás

Paródia do refrão da música : Herdeiro da Pampa Pobre (Engenheiros do Hawai). Ouça a versão original em: http://www.youtube.com/watch?v=jS7_t6H8sCg

Se for preciso trabalho até domingo
E o meu grito de guerra é CARAJÁS
Do pampa à selva eu abro caminho
E levo Santa Maria ao Pará

E se depois de todos os domingos
Eu for cantar meu hino em Marabá
Direi que quem começou o caminho
Já não é mais o mesmo ao voltar

Hino do Zabelê

Estamos indo para Esperantina,
Operação Zabelê...
...Vim do Rio Grande do Sul, para o Piauí,
e eu me apaixonei...
...Meu objetivos alcancei,
nos dias mais quentes eu sueieiei, sueieiei, sueieiei, sueei...
E O RONDON, E O RONDON!
Quero acabar o Rondon sossegado,
ir pra casa que eu Tô cansado,
valeu o aprendizado,
me senti realizado,
Ver Esperantina, tão linda,
É tudo que eu quero pra mim (2x)

a eleição


Esta fotinho representa a nossa ansiedade e felicidade ao saber quem seriam os sortudos...

Operação Carajás

A operação Carjás é uma operação de selva. Vamos atuar no município de Água Azul do Norte, localizado no sul do Pará, em área pertencente à Amazônia Legal. Pelo visto, não é só esse detalhe que faz da nossa uma experiência rústica: nosso transporte até Marabá/PA, a sede de nossa operação, será o Hércules, avião de carga da FAB.
Nossa cidade de atuação tem área urbana pequena. Mais de 80% de seus habitantes está situado na zona rural, que apresenta assentamentos, loteamentos, reservas indígenas e traz consigo uma carga pesada de lutas por regulação fundiária. Perto dali (na verdade, na cidade ao lado) fica Rio Maria, cidade cujos conflitos pela terra eram tão intensos que levaram boa parte dos revoltosos à morte por assassinato. A saga pela terra, mediada pela Pastoral da Terra, sobretudo nos anos 90, foi registrada num livro marcante: Rio Maria: o canto da Terra, do padre Ricardo Rezende.
Tudo isso pode intensificar a sensação de que estamos diante do exótico, do diferente, do distante. Isso pode incitar os etnocentrismos responsáveis pela sensação de que somos mais civilizados, desenvolvidos, melhores. Aí está nosso maior desafio, em minha opinião. Nas ciências sociais falamos que a atividade do cientista social consiste em "estranhar o cotidiano e aproximar o exótico". Para isso estamos lá. Para aproximar o que antes nos parecia exótico, para compreender, para dialogar e, nesse processo, crescer, amadurecer como profissionais que somos, mas, fundamentalmente, como seres humanos. Nosso desafio será aproximar um Brasil distante, torná-lo parte de nossas concepções artísticas e culturais, literárias, relisiosas, enfim... internalizar - TRAZER ESSE BRASIL PARA DENTRO. Assim, tenho certeza de que a equipe Carajás vai voltar, apesar da saudade, COMPLETA, REPLETA DE UM NOVO BRASIL, formado pela soma desse novo espaço no nosso imaginário tantas vezes tão restrito.
Equipe querida!!! Como vocês percebem esse desafio? Sentem-se preparados para ele?

Despidos

Ir para o desconhecido, para o inesperado é uma aventura que, por certo, nos dará um aprendizado imensurável e inesquecível! Será uma experiência única, como se diz. Entretanto, para que isso aconteça devemos nos despir de todo preconceito, de "achismos", de toda cultura, da rotina, etc...devemos ficar "nus", no que se refere a isso e deixar nossas "roupas" aqui em Santa Maria e, quicá, nos desfazermos delas quando voltarmos, eis que, voltaremos transformados na mente, alma e corpo.
Que Deus nos ajude na realização de todas as atividades! Beijo aos Carajás e aos Zabelê!

Operação Zabelê- Preparativos










Contagem regressiva pessoal!!!

Semana passada foi uma semana de intensos trabalhos.. até o café da manhã/ almoço foi na sala mesmo......Entre caixas e preparações vai umas fotinhos da equipe Zabelê/ Esperantina na labuta pré- rondon
Bjos
Professora Daiane