terça-feira, 11 de março de 2014

Na mala do RONDON

A oportunidade de vivenciar a brasilidade de nosso país foi extremamente sensibilizante. Inexiste dimensão para quantificar o conhecimento adquirido, o qual somente pode ser medido em relação à aspiração de fazer parte da mudança da realidade social que nos cerca.
Brincar, correr, dançar, cantar, andar de bicicleta e sair atrás de um jumento (sim, eu queria andar!) fizeram de mim a criança mais feliz daquelas comunidades. Talvez as crianças de lá nem percebessem isso, queriam mesmo era aprender algo novo com a ‘tia’, contudo, enganavam - se, pois, na verdade quem aprendia era eu.
Em determinados momentos houve apreensão, dificuldades e desafios foram impostos. As oficinas que durante seis meses foram pensadas/preparadas com todo cuidado possível, necessitavam ser adaptadas ao público e ao tempo. Sem dúvida, veio aquele ‘friozinho na barriga’, afinal sou uma estudante e a missão era de muita responsabilidade. Queria dar o melhor à população, pois estava recebendo muito. Mas o espírito de rondonista nos permite isso, nos dá uma capacidade de transformação incrível. Ao finalizar a oficina e perceber o quão produtiva tinha sido, mesmo que embaixo da árvore (como na foto), pois a única sala da escola estava ocupada por outro colega, era gratificante demais.

Eu vi, ouvi, convivi, acordei e dormi em outra realidade. Localidades que estão esquecidas pelo poder público, que tem fome de educação, saúde e oportunidades. Onde estavam os banheiros de algumas escolas? Onde estavam as outras salas de aulas, pois ali só havia uma multisseriada? Enfim, onde estão os direitos fundamentais do cidadão brasileiro?
Foi difícil (inclusive neste momento em que escrevo) conter as lágrimas, a revolta, a indignação... No entanto, ao ver o brilho nos olhos daquelas pessoas - seja criança, jovem, adulto ou idoso - força e vontade de um futuro melhor, vinha à tona aquele pensamento de que a partir da conscientização de cada um, podemos, sem dúvidas, unir força ativa em busca da idealização social.
Por fim, aos que desejam ser um rondonista, vestir a camisa, colocar a mochila nas costas, se entregar de corpo e alma, encarar sol, chuva, cansaço e sair por este “Brasilzão” afora, resumo minha experiência em uma única palavra: VIDA.
Voltei com a mala pesada – muito pesada – de amor, carinho e conhecimento. Meu maior orgulho é poder dizer: sou uma rondonista!
Gabrielli Spat

11/03/2014

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Ir...voltar por inteiro? Não.


Antes de saber o quanto essa jornada iria modificar tudo o que sou, postei aqui a minha expectativa. Comparei cada rondonista com um dente-de-leão, onde vidas nos retiravam da terra e com um único sopro estaríamos nos espalhando por aí, deixando nossas sementes...nossos "pedaços". O toque divino proposital aconteceu, já na escolha do grupo. Na medida em que convivemos um com o outro, surgiu a oportunidade de conhecermos "eus" escondidos, que ficaram extremamente expostos durante todos aqueles dias. Sentimentos transbordando pela pele, a alegria de nos sentirmos úteis e preenchidos, inteiramente, em cada alma.
Entender o significado de todas aquelas coisas que aprendemos quando somos pequeninos. Saber sobre amor, sobre amizade, sobre coragem, sobre luta, sobre vida. Enxergar através do outro, querendo ajudar de todas as maneiras que existem, tornando o impossível em possibilidades.
Infelizmente eu não pude abraçar Palmeirais como um todo, pois se assim pudesse, teria abraçado cada um...
Quando lembro de alguns relatos que ouvi, dói demais. Dói de saudade e de vontade de ajudar. Interessante relatar não só as coisas mais lindas, mas também aquilo que nos tocou e, que acontece diariamente...vemos na TV, nos jornais, na esquina de nossa casa e precisamos sair, ir para longe, ficar distante de tudo que nos acomoda para sentirmos na pele. Gabriel e Taiguara lembrarão dessa pessoa, com certeza.
Dona Nedina.
Uma senhora de vida sofrida, com seus oitenta e quatro anos, não possuía mais a visão. Eu conseguia sentir a saliva na garganta, por saber que aquela realidade, ali, ficaria para além dos meus quinze dias em Palmeirais. Dona Nedina tinha muitas doenças, dentre elas, se não me engano, cardíaca. Relatou que não tinha condições de comprar os remédios, momento em que o Gabriel perguntou quanto eles custavam. Ela disse: oito reais.
Isso tem o poder de mexer com a gente. Mexer tanto que fica difícil não engolir a saliva, sentir que ficamos mais vulneráveis...o que dizer, nesse caso? O curso de Direito é lindo na teoria, mas sua prática assusta. Lidar com a vida das pessoas não é brincadeira. Para sentir o problema precisamos viver ele, mesmo que através de um relato. Lidar com pessoas traz a responsabilidade tremenda de esquecer um pouco de si, para poder, realmente, ajudar.
Ela ainda disse que iria "fazer do cemitério sua morada", por acreditar que não sobreviveria, que não aguentaria todas as adversidades da vida, não suportaria mais batalhar, sofrer, sentir falta de coisas que para todo o ser humano deveria ser direito.
Dona Nedina foi essencial nesse dia. Estava com saudades de casa e aquilo causou em mim uma sensação que eu jamais tinha sentido. Aquilo me modificou e, as saudades de casa voltaram a ocupar o segundo plano.
No entanto, tive que engolir em seco. Tive que segurar quando ela mencionou que estava triste pois não podia nos ver, mas sabia que éramos lindos. Até hoje, até agora, nesse momento em que escrevo, as lágrimas começam a inundar os olhos...
Dona Nedina não foi a única. Recebi carinhos, abraços, cuidados de inúmeras pessoas... Palmeirais me abraçou, por inteira, pois eu sabia que não poderia abraçar a grandeza daquele lugar.
O mundo é diferente depois do Projeto Rondon. Tudo muda, tudo sai do lugar.
Eu voltei. 
Mas preciso dizer. Também fiquei lá.

Postagem do facebook:

"Rondonista sente na pele o calor humano. Isso porque aprende a sentir frio, de uma forma bem incomum: o arrepiar da alma quando percebe que algumas coisas só não avançam nesse país em virtude de outros seres, já não tão humanos, chamados "representantes do povo".
Ser rondonista também significa se sentir impotente. Os quinze dias que nos são dados para descobrirmos que nossa missão de mudar o mundo só pode plantar sementes, não sabendo seus resultados e se nossas propostas e incentivos poderão ser realmente efetuados. Novamente vem a questão dos nossos seres, tão desumanos, representantes.
Um rondonista também passa a enxergar pequenas ações do dia, antes comuns e que passavam despercebidas. O simples exaltar do próprio ego, quando se olha para o outro vendo apenas aquilo que está por fora. Enquanto as aparências forem o primeiro olhar da sociedade, todos nós sofreremos abusos intermináveis.
Participar do Projeto Rondon nos faz ver que nem sempre os lugares distantes, pequenos e talvez esquecidos, precisam de ajuda. Nós é que precisamos, urgentemente, abrir nossos olhos. São humanos muito mais evoluídos. São humanos que aprenderam a olhar o próximo pela sua história de vida, por aquilo que conquistou, pelo que trabalha, pelo que sente e não pelo que tem.
Eu, muitas vezes, me decepciono com a vida que levo, com a facilidade do que tenho e com outros tantos, iguais, que não sabem a gravidade de uma lamentação nas nossas condições. Somos, em nossa totalidade, privilegiados. 
Mas o pior não é isso. O pior é que o privilégio de estar na zona de conforto não nos agrada e que nos distanciamos, cada dia mais, da humanidade (o ser).
Ah, Palmeirais. Jamais poderei retribuir o tanto que me ensinou.
Aos descrentes da experiência Rondon, não sabem o que estão perdendo...não duvidem dessa jornada (que leva a nossa alma e jamais traz de volta). Hoje respiro "rondon" e não tenho dúvida alguma: não existe melhor sala de aula que os mais de 8 milhões de km², não há melhor lugar para ser humano do que lá fora, em qualquer lugar do - nosso - Brasil."

Metamorfose Rondon


Participar do Projeto Rondon foi presenciar uma tempestade de sonhos se realizando. Sonhos meus, de amigos, de Palmeirais, de um Brasil esquecido por nós, mas, principalmente, esquecido por quem mais deveria lembrar, os que todos elegemos de maneira democrática. Triste. Enfim, críticas à parte, posso afirmar que foram, de longe, as melhores férias da minha vida. Isso sem contar, claro, que não tive férias, em razão das aulas, do estágio e da maratona que foi estudar e me preparar para não decepcionar os Piauienses e a mim mesma. A transformação pessoal foi cem vezes maior do que o cansaço físico que senti, e milhares de vezes diferente do que pensei. Cresci e, essencialmente, passei a enxegar coisas que não via, não sabia, não conhecia, não imaginava, não sentia. Acordar de madrugada, arrumar a mochila e os materiais, tomar café, viajar até comunidades distantes, ser recebida com sorrisos e abraços, ser chamada de "Tia Amanda", "Prof. Amanda" e "Barbie" não há valor no mundo que pague; retornar à tardinha, exausta, e ainda ter que escrever relatório e passar as listas de chamadas para o computador, parece pesado, e foi, mas a sensação era de estar fazendo a coisa mais maravilhosa do mundo, e acho que as pessoas conseguiram sentir isso. Trabalhamos em equipe, nos ajudamos, apoiamos e, acima de tudo, nos superamos. Foi incrível e é absolutamente impossível relatar os quinze dias em simples palavras. Em Palmeirais as histórias foram muitas, mas com uma, em especial, me identifiquei e é por meio dela que trago 10% do que vivi lá. O texto a seguir foi escrito pela prof. da rede municipal de Palmeirais, Marlúcia, em uma carta que me entregou, pessoalmente, depois que entreguei uma para ela, junto de uma de minhas camisetas do Rondon. Ainda me emociono, e muito, ao lê-la. Espero que vocês possam sentir, por meio dela, um pouco do que senti.
  
"Amandinha...
            Escrever a gratidão, o afeto, o desdobramento do Projeto RONDON em nossa cidade e em minha vida é como estar flutuando sem nunca se ter voado. Vocês são mais que especiais e não é pra todos que abro meu coração. Afinal, sou uma profissional da área da Educação, o que não me permite transmitir problemas ou situações aos outros.
          Mas... O projeto RONDON e, em especial, seu ursinho e você, me fizeram acreditar em dias melhores, fazer o máximo de mim, aprender cada vez mais e, acima de tudo, saber que a pessoa que mais me completa está ao meu lado sempre. Minha mãe.
            Amandinha... Obrigada pela força, pelo seu trabalho aqui em nossa cidade. Você é uma pessoa incrível, sabe cativar, meiga, delicada, forte, apesar de estar longe de sua mamãe a tantos dias, és guerreira. Quero só te fazer um pedido. Aproveita daqui pra frente cada minuto com sua mãe, Débora, que com certeza não é diferente de você. Aproveite amiga para valorizar cada esforço que sua mamãe tem feito por você. Diz mais eu te amo pra ela, o quanto é especial pra você cada dia. Mãe só temos uma... E eu, infelizmente, não tenho mais a minha.
            Bom retorno, boa viagem...
         Espero e quero que na sua bagagem vá um pouco de mim, pois está ficando comigo o muito de você.
           Obrigada pela troca e pela presença em nosso cantinho chamado Palmeirais.
           Ao chegar no seu lar, leve o meu abraço para sua mamãe. Assim vou me sentir abraçando a minha toda vez que retornava de algum lugar...
            X-RÃO
            B-JÃO
            Curti muito tudo isso! VOLTE SEMPRE.
            Estou acordando de um sonho que pensei não acabar...

            NUNCA ESQUECEREI VOCÊS!"

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Destaque na Fanpage da FADISMA

Pessoal, mais um link para repercutir a ação de vocês. Vejam aqui um entre os vários posts na Fanpage da FADISMA.

Liana Merladete
Coordenação de Comunicação FADISMA

Agora que voltaram,que tal relembrar as intensas emoções?

Achei esses vídeos na internet e acho que vão gostar de conferir!

http://www.youtube.com/watch?v=B-dvdzeQ1XE

http://www.youtube.com/watch?v=pQyDwmyQsaY

Liana Merladete
Coordenação de Comunicação FADISMA

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Rondonistas chegando em casa!

Mais de quatrocentos estudantes e professores universitários trocaram o período de férias pela oportunidade de participar da Operação Velho Monge. O desejo de ajudar e mudar o cenário do pequeno município de Palmeirais, no Piauí, no caso da FADISMA, realizou-se no dia 17 de janeiro, quando os rondonistas da Instituição partiram com a missão de contribuir com o desenvolvimento sustentável e ampliar o bem-estar das comunidades carentes desse município.

Por volta das 16h30min eles começaram, aos poucos, chegar em casa. Eles passaram 15 dias em Palmeirais, juntamente com outros estudantes da Universidade do Estado de Minas Gerais (UMGE) realizando e dividindo a incrível experiência de fazer o bem.

O projeto envolveu atividades voluntárias com o intuito de aproximá-los da realidade do país. Juntos, desenvolveram diversas ações nas áreas de cultura, educação, saúde, direitos humanos e justiça, comunicação, trabalho, tecnologia e meio ambiente e até coordenaram uma audiência pública, segundo informações, agora há pouco, por telefone, da Professora Carol. As aulas, oficinas e ações dos universitários da FADISMA, foram coordenadas e acompanhadas pelas Professoras Carolina Suptitz e Olinda Barcellos.


Fato é que nossos rondonistas aceitaram o desafio de participar do Projeto Rondon que visa à integração social na busca de soluções que contribuem para o desenvolvimento sustentável das comunidades. No entanto, nada seria concretizado sem tanta dedicação, da preparação ao planejamento e, finalmente, execução.

Com o dever cumprido e o sentimento de que o Projeto Rondon foi uma lição de vida para todos, docentes, alunos, filhos, namorados voltam pra casa cheios de histórias lindas pra contar.

O Projeto Rondon ficará marcado na história de cada rondonista. Mas eles entre as mais belas da FADISMA. Afinal, lá vestiram a bandeira nacional, mas também a Institucional.


Liana Merladete e Júlia Bolzan
Coordenação de Comunicação FADISMA

Encerramento da Missão

A Gabi (esq.) nos remeteu as duas fotos abaixo, pelo celular, marcando a emoção do recebimento do troféu de encerramento da Operação Velho Monge. Consegui capturar o registro acima nas redes sociais também.

Felicidade e emoção estampadas no olhar das docentes Olinda e Carolina.

Missão dada. Missão Cumprida!


Liana Merladete
Coordenação de Comunicação FADISMA


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Está chegando a hora... a hora de partir... e voltar para o Coração do Rio Grande

Pessoal,
Há quatro dias de finalizar a missão Operação Velho Monge, as emoções parecem muitas. Os quinze corridos e intensos dias no município de Palmeirais, no Piauí, estão sendo e serão para sempre inesquecíveis para nossos rondonistas, e também, para toda a comunidade com a qual trocaram conhecimentos e experiências.
Quero convidá-lo a ler esse texto, produzido pela Júlia Bolzan, que também atua no setor de Comunicação da FADISMA. Falamos nele um pouco mais sobre a nobre missão em andamento e que está chegando ao fim, mas deixando, sem dúvidas, muitos ensinamentos e sementes de progresso.

Olha só. Tá no site da FADISMA. Clica aí vai!


Ah, e as fotos (elas dizem tanto, não é mesmo? Dá para sentir daqui a luta e felicidade deles), é claro, nós conseguimos capturar da timeline de alguns dos nossos heróis. Mas estamos na expectativa pelo retorno deles para o acervo ficar completo.

Beijo grande
Liana Merladete
Coordenação de Comunicação FADISMA







terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Parte dos registros da homenagem que noticiamos ontem

Conforme contamos para vocês ontem por aqui e nos meios de Comunicação da FADISMA, os nossos rondonistas conduziram uma bela homenagem às vítimas da tragédia da Boate Kiss mesmo de longe, lá de Palmeirais. Em praça pública, após uma emocionante missa, na noite do dia 26 último, o grupo compartilhou a dor do Coração do Rio Grande, recebendo apoio, consideração e, especialmente, sentimento de união, esperança e força. Abaixo, algumas fotos que eles nos encaminharam com muita dificuldade de acesso à internet.

Liana Merladete
Coordenação de Comunicação FADISMA











segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

O Coração do Rio Grande bateu, 242 vezes, em Palmeirais, no Piauí

Membros da Operação Velho Monge da FADISMA fizeram homenagem às vítimas e familiares da tragédia da Boate Kiss

Um grupo, formado por 8 alunos e duas docentes da FADISMA, está no Piauí, realizando, de forma voluntária, ações que contribuem para o desenvolvimento sustentável e ampliam o bem-estar de comunidades carentes. Eles fazem parte da Operação Velho Monge, do Projeto Rondon, do Governo Federal, coordenado pelo Ministério da Defesa, que realiza a capacitação de agentes multiplicadores de comunidades, em vários locais do país.

Corações vermelhos foram confeccionados pelos estudantes.
Em Palmeirais, em função desse pequeno grupo, a comunidade, em parceria com os colegas de missão da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), foi sensibilizada em prol do Coração do Rio Grande.


Em conversa telefônica, há poucos minutos, a Professora Carolina Suptitz, coordenadora do Projeto, contou à Comunicação da Instituição que, em praça pública, após uma emocionante missa, ontem à noite (26), o grupo compartilhou a dor do Coração do Rio Grande, recebendo apoio, consideração e, especialmente, sentimento de união, esperança e força.

Eles transmitiram vídeos e fotos da Santa Maria da Boca do Monte com a trilha de Um Domingo de Sol e canções nativistas.

Em seguida, a comunidade os ajudou a afixar pela praça 242 corações vermelhos, confeccionados pelo grupo, como símbolo e homenagem à memória das vítimas da tragédia da Boate Kiss.

A professora Carolina contou que o momento foi emocionante. Infelizmente a dificuldade de acesso não permitiu que tivéssemos os registros fotográficos agora. Mas no retorno deles, certamente site, blog e redes sociais da Faculdade divulgarão a iniciativa.

Liana Merladete
Coordenação de Comunicação FADISMA


Rondon FADISMA protagonizando clicks 

A Júlia Bolzan, nossa mais nova assistente de comunicação na FADISMA, andou vasculhando a internet atrás de repercussão dos nossos heróis. Ela capturou uma notícia no blog do Jornalista Júnior Falconni, ao que tudo indica o popular JF. Os registros contemplam um pouco da rotina desse grupo que tem nos representado lindamente no Piauí, fazendo a diferença na vida de muitas pessoas.
Vale das uma conferida! Clique aqui e veja agora! 



Liana Merladete
Coordenação de Comunicação FADISMA

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Nossas aventuras também estão no Jornal A Razão!

Hoje o Jornal A Razão, que faz parte e conta a história do Coração do Rio Grande diariamente, nos brindou com a repercussão da nova nobre missão!

O veículo noticiou conteúdo sobre a Operação Velho Monge em função do envio de material via Coordenação de Comunicação da Instituição. Estamos todos orgulhosos!

Dá um click aqui e confere o que A RAZÃO divulgou sobre a gente!


Liana Merladete
Coordenação de Comunicação

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Fomos protagonistas no sítio eletrônico do Jornalista Claudemir Pereira


Para a galera que está ligada no blog dos nossos heróis, a Coordenação de Comunicação da FADISMA usa esse espaço, na presente postagem, para agradecer a repercussão dada pela Jornalista Claudemir Pereira. Remetemos à notícia ao editor deste sítio de grande audiência e ele nos concedeu espaço. O nosso muito obrigado pela valorização do projeto e divulgação.


Luneta Eletrônica do Claudemir Pereira cita Rondon FADISMA. Veja aqui!




Liana Merladete
Coordenação de Comunicação FADISMA

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Notícias da hora, direto do Piauí

Notícia originalmente publicada no site da FADISMA no início da tarde do dia 21 de janeiro de 2014.


A Coordenação de Comunicação conseguiu, há pouco, contato telefônico com a Professora Carolina Suptitz, docente que coordena os nossos rondonistas, com a parceria da Professora Olinda Barcellos.

Para os pais de plantão, amigos, colegas, namorados, seguidores e curtidores que acompanham nosso site e redes sociais na expectativa de mais informações, a notícia não poderia ser melhor: todos passam muito bem e estão vivendo dias incríveis.

Estão bem instalados e além de contribuírem para uma causa absolutamente nobre, estão  tendo a oportunidade de degustar comidas típicas oferecidas a eles com muito carinho e o mais interessante: estão enfrentando um calor bem mais ameno que o do Coração do Rio Grande nos últimos dias. E mais: eles contam, no posto de anjo do grupo, com o sargento Jorgito, que zela para segurança do Grupo e auxilia diante de qualquer necessidade.

Fato é que mais de setecentos estudantes e professores universitários trocaram o período de férias escolares pela chance de realizar, de forma voluntária, ações que contribuem para o desenvolvimento sustentável e ampliem o bem-estar de comunidades carentes. E os nossos alunos estão entre esse seleto grupo. Eles participam dessa grande ação que é o Rondon, projeto do Governo Federal, coordenado pelo Ministério da Defesa, que realiza a capacitação de agentes multiplicadores de comunidades, em vários locais do país.

A Operação “Velho Monge”, na qual se enquadram os nossos rondonistas, já começou e vai até 3 de fevereiro, em 20 municípios dos Estados do Piauí e Maranhão. No período de 25 de janeiro a 10 de fevereiro, ocorre a operação “Portal da Amazônia”, em 17 municípios dos Estados do Maranhão e Tocantins.

Nas duas operações participarão 68 Instituições de Ensino Superior – IES, oriundas de 15 estados da Federação.

Durante as operações, os universitários realizarão diversas palestras e oficinas sobre os temas de comunicação, saúde, lazer, esporte, educação, meio ambiente, trabalho, direitos humanos e justiça. Os estudantes trabalharão, prioritariamente, com agentes multiplicadores, tais como funcionários das prefeituras, professores, agentes de saúde e lideranças locais, o que permitirá maior retenção e disseminação dos conhecimentos a serem transmitidos pelos estudantes.
A FADISMA está em Palmeirais, no PI, e divide a experiência com colegas da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG).  A intenção do Projeto Rondon é fazer com que, desde o primeiro momento, as equipes aprendam a trocar experiências e informações, de modo a integrar sua forma de atuação.

Em cada município trabalharão 20 voluntários de duas diferentes instituições de ensino superior – IES. A FADISMA está em Palmeirais, no PI, e divide a experiência com colegas da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG).  A intenção do Projeto Rondon é fazer com que, desde o primeiro momento, as equipes aprendam a trocar experiências e informações, de modo a integrar sua forma de atuação.

O Projeto Rondon proporciona o intercâmbio dos futuros profissionais com uma realidade distinta daquela existente nos seus municípios de origem, oferecendo aos estudantes oportunidades de crescimento pessoal e de incremento da consciência cidadã, ao mesmo tempo em que contribui para a solução dos problemas sociais da comunidade atendida, formulando políticas públicas locais, participativas e emancipadoras.

A Professora Carolina contou ao telefone, que a recepção foi calorosa, emocionante e que cada etapa vivida será inesquecível. Os primeiros dias da missão já anunciam essa certeza. As primeiras solenidades e contatos com a comunidade têm sido únicos.

Para saber mais sobre a Operação “Velho Monge”

Municípios do Piauí (13 municípios) – Água Branca, Alto Longá, Buriti dos Lopes, Guadalupe, Ilha Grande, Luzilândia, Murici dos Portelas, Nazaré do Piauí, Palmeirais, Piracuruca, São João do Arraial, São Pedro do Piauí e Sigefredo Pacheco.

Municípios do Maranhão (7 municípios) – Aldeias Altas, Barão de Grajaú, Governador Eugênio Barros, Peritoró, São Bernardo, Senador Alexandre Costa e Timbiras,

Informações da União Nacional dos Estudantes nos ajudaram a compor essa matéria.
Continue acompanhando a nossa cobertura!

Liana Merladete
Coordenação de Comunicação
comunicacao@fadisma.com.br

Rondonistas em ação, nos rendendo orgulho e saudades

Notícia originalmente publicada no site da FADISMA em 21/01/2014. A produção foi de Júlia Bolzan, assistente no departamento de comunicação, com a edição de Liana Merladete.

Começou oficialmente, no domingo (19) a Operação Velho Monge do Projeto Rondon. A Faculdade de Direito de Santa Maria (FADISMA) está bem representada nessa missão com o empenho das Professoras Coordenadoras Carolina Sputitz e Olinda Barcellos e de uma parcela de alunos da Instituição: Amanda Dias, Claudia Montardo, Daniela Coelho, Gabriel Câmara, Gabrielli Spat, João Pedro Seefeldt, Luciana Stamm e Taiguara Caetano.

Nesse mesmo dia, em Teresina (PI), nossos rondonistas participaram de uma solenidade de abertura que contou com uma palestra sobre o projeto, participação da Banda do 25º Batalhão de Caçadores e a presença de autoridades e convidados.

Segundo Informações do Site do Rondon, este ano o projeto conta com a participação de universidades de 15 estados brasileiros. A FADISMA é uma delas e durante esses 15 dias consecutivos os alunos da nossa Instituição ministrarão oficinas sobre os temas: Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação e Saúde. As oficinas serão marcadas pela multidisciplinaridade das atividades, a fim de que o esforço realizado perdure por vários anos.

Após a solenidade de abertura, os alunos da FADISMA, juntamente com as professoras Carolina e Olinda, viajaram mais alguns minutos rumo ao município de Palmeirais para dar início às atividades. Na segunda-feira (20), os alunos puderam conhecer o Museu Itinerante da História e Cultura de Palmeirais, divulgar e distribuir panfletos do Projeto Rondon, conversar com a população e fazer alguns registros da comunidade local.

No segundo dia da Operação (21), os alunos iniciaram as atividades com a população, usando diferentes metodologias para ministrar as aulas. Em dupla ou em trio eles falam sobre: cultura e renda, empoderamento e direitos das mulheres, educação para as crianças, pré-natal e primeira infância, associativismo e cooperativismo entre outros assuntos.

Sentimos a importância da participação de nossos alunos e professores no Projeto Rondon, e por esta razão, estamos acompanhando os trabalhos dos nossos rondonistas. Fique ligado em nossas redes sociais e site para acompanhar tudo o que acontece em Palmeirais! Sempre que tivermos acesso a informações e fotos, repercutiremos.









As fotos foram coletadas do facebook, quando da marcação de algum dos rondonistas. Certamente, no retorno deles, teremos outras imagens para difundir.

Coordenação de Comunicação
comunicacao@fadisma.com.br

FADISMA no Piauí

Notícia originalmente publicada no site da FADISMA em 20/01/2014

Enfim o tão esperado dia da viagem chegou. Os alunos do Projeto RONDON-FADISMA, juntamente com as Professoras Carolina Suptitz e Olinda Barcelos, coordenadoras e orientadoras na missão, partiram na manhã da última sexta-feira (17) para a Operação Velho Monge. O destino? O município de Palmeirais, no Piauí.

Foto registrada na rodoviária de Santa Maria, momentos antes da viagem. A foto foi remetida à Comunicação da Faculdade pela acadêmica Gabrielli Spat.

Desde 28 de junho, quando a FADISMA foi selecionada para participar do projeto, as Professoras e os alunos, vêm trabalhando com dedicação na preparação da missão, do planejamento aos detalhes para a execução. Nesses últimos dias que antecederam a viagem, o trabalho foi ainda mais intenso. Eles enfrentaram uma jornada pesada de encontros presenciais para discutir e debater as oficinas e, especialmente, para prepararem-se intelectual e emocionalmente.

Fato é  que até o dia 03 de fevereiro, a comunidade de Palmeirais terá novos moradores. Os rondonistas da FADISMA irão compartilhar seu conhecimento e orientar a população sobre temas pertinentes à Cultura, Direitos Humanos e Justiça, Educação e Saúde.

O projeto Rondon é uma grande ação de integração social, coordenada pelo Ministério da Defesa e conta com a colaboração da Secretaria de Educação do Ministério da Educação – MEC. O projeto envolve atividades voluntárias de universitários visando aproximá-los da realidade do país, além de contribuir para o desenvolvimento de comunidades carentes.

A Faculdade e Direito de Santa Maria deseja a todos envolvidos no Projeto, que essa viagem seja inesquecível, promissora e de aprendizado para a vida de cada rondonista, marcando a história de toda a nossa comunidade acadêmica também pelo orgulho e contribuição social. Que as Professoras Carolina e Olinda e os alunos efetivem seus objetivos. E mais: que tenham certeza, assim como nós, que estão contribuindo por um Brasil mais justo, humano, sábio e feliz.

Da hora - A professora Carolina conseguiu remeter um breve e-mail no final de semana, comentando que os primeiros dias tem sido incríveis. Eles estavam em Teresina, num clima pra lá de descontraído, regado pelo espírito de colaboração e cultura. Partiram domingo efetivamente para Palmeirais e nós estamos aqui, prontos para divulgar mais fatos e feitos dos nossos heróis. É só ficar ligado e acompanhar!

Liana Merladete
Coordenadora de Comunicação FADISMA

Uma correspondente, direto do Coração do Rio Grande

Bem, nunca me viram por aqui. Me chamo Liana Merladete. Sou Coordenadora de Comunicação da FADISMA, além, é claro, de fã, desse grupo, de todas "as gerações" que passaram pelo Rondon FADISMA e um apego muito especial ao grupo atual, que opera uma missão chamada Velho Monge.

Isso porque ao longo do ano de 2013, o mesmo em que a FADISMA recebeu a notícia da seleção para participar, mais uma vez, do Rondon, eu ganhei uma amiga: a professora Carolina Suptitz, coordenadora do Projeto Rondon/FADISMA. Um ser que admiro muito por, entre outras coisas, se apaixonar e tão bem defender causas como essa que o Rondon abraça: de proporciona o intercâmbio dos futuros profissionais com uma realidade distinta daquela existente nos seus municípios de origem, oferecendo aos estudantes oportunidades de crescimento pessoal e de incremento da consciência cidadã, ao mesmo tempo em que contribui para a solução dos problemas sociais da comunidade atendida, formulando políticas públicas locais, participativas e emancipadoras.

Isso porque a Professora Olinda Barcellos, outro ser iluminado, que também está contribuindo com a ponta desse projeto neste ano, é uma mãe e profissional que admiro demais.

Isso porque grande parte dos alunos que compõem o grupo selecionado também são do Núcleo Experimental de Webicidadania da FADISMA, projeto que espero, muito, de todo o coração, que dê certo.

Eu fui contemplada com o convite para contribuir com esse blog e achei por bem incluir um fatos noticiosos. Eles virão na sequência.

Boa sorte e sucesso a todos vocês!

Liana Merladete

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Estamos quase lá!

Nos últimos tempos, o trabalho foi puxado. Muitas atividades de rotina, muitos desafios e, quanto ao RONDON, muito aprendizado, pesquisa, encontros. Falo por mim, mas sei que esta foi a realidade de todo mundo do grupo. Foi um semestre que valeu por 3!

Para brindar este semestre tão intenso, daqui a pouco começaremos a degustar o fruto dos nossos preparativos e dedicação. Às 5hs da manhã, logo logo, estaremos iniciando a nossa viagem rumo a Teresina/PI, onde ficaremos até domingo, quando iremos para Palmeirais/PI, nosso destino querido e sonhado.

Foram 9 encontros de capacitação com duração média de 6hs. O primeiro encontro foi no dia 24 de julho e o último no dia 14 de janeiro.