quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Depois do fim o que fica é a saudade. Saudades imensas daquela camiseta amarela encardida. Saudades das horas de viagem mais alegre de todos os tempos. Saudades daqueles colegas que hoje conhecemos como família. Saudades imensas da Ponta Grossa (rsrs). Saudades daquele sotaque nordestino lindo, daquele sotaque caipira de Taubaté e daquele sotaque tão charmoso de Frederico Westphalen. Saudades dos nossos anjos militares Thiago e Irajá que sempre nos deram suporte (e nos suportaram) durante toda a operação. Saudades da fauna e flora cearense, tão diferente da nossa terra, mas tão bela em sua essência. Saudades do leite de cabra, da pitaia, do baião de dois, da palma (olha a palma rsrs). Saudades daquela brisa com sabor de maresia. Saudades da coxinha, do pastel dos sucos do TOM! Ah, o Tom...Eterno. Saudades do Eliseu, Renato, Irailson, do Zé, do Seu Antônio, da Maria conceição, Amanda, da Dona Dadá, do Alisson, da Vitória, da Adriane, e tantas outras pessoas encantadoras. Saudades dos dias de intenso trabalho e das noites de intensa cantoria. Saudades das amizades, saudades do carinho, saudades da emoção, saudades até da tristeza, saudades das viagens pela zona rural, saudades do almoço e dos minutos de descanso depois dele... Aos poucos a gente vai percebendo que o nosso Rondon acabou, mas sabemos que o nosso sonho não. Rondonistas seremos para todo o sempre e o sonho a gente vive até depois do fim, porque depois do fim o que fica é a saudade. 






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